Centenário Zé Pereira dos Lacaios
atrai multidão com marchinhas

Confira a programação dos blocos
Com seus bonecos gigantes e uma banda afinada, o bloco conquistou os súditos do Momo que procuravam uma alternativa aos funks, axés e pagodes que animam em ritmo frenético a turma de foliões digamos, mais “etílica” nas festas promovidas pelas repúblicas estudantis. “O Zé Pereira tem seu charme. Passar o carnaval em Ouro Preto e não ir ao bloco é como vir à cidade e não levar um tombo nas ladeiras depois de uma bebedeira”, compara a estudante paulistana Ana Paola de Castro, de 19 anos.
Fraque e chapéu de feltro fazem parte do figurino da banda, composta por 60 percussionistas que vão dos 15 aos 75 anos. “O bloco é uma tradição que atravessa gerações. Afinal, são mais de cem anos de história”, explica o presidente do grupo, Salvador Gentil, que herdou o cargo do pai e pretende passar a faixa ao filho, que já toca na banda.


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